quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ALEXANDRE ''O GRANDE''





A poderosa figura de Alexandre III pertence ao reduzido grupo de homens que definiram o curso da história humana. Seu gênio militar se impôs sobre o império persa e assentou as bases da frutífera civilização helenística.
Alexandre nasceu em 356 a.C. no palácio de Pella, Macedônia. Filho do rei Filipe II, cedo se destacou como um rapaz inteligente e intrépido. Quando o príncipe tinha 13 anos, seu pai incumbiu um dos homens mais sábios de sua época, Aristóteles, de educá-lo. Alexandre aprendeu as mais variadas disciplinas: retórica, política, ciências físicas e naturais, medicina e geografia, ao mesmo tempo em que se interessava pela história grega e pela obra de autores como Eurípides e Píndaro. Também se distinguiu nas artes marciais e na doma de cavalos, de tal forma que em poucas horas dominou o Bucéfalo, que viria a ser sua inseparável montaria.
Alexandre sabia que não se administra senão gente; por isso, era exímio na arte de conduzir seu exército, com a idéia de que só podia atingir seus resultados com a colaboração de seus comandados. Ao estudarmos a estratégia e táticas de Alexandre, temos a oportunidade de verificar o que é a inteligência em ação.
Alexandre foi um excelente administrador, especializado em recursos humanos, no sentido de despertar nos seus comandados a certeza da conquista dos resultados, criando as condições para que cada qual elevasse sua própria auto-estima.
Na história das vitórias de Alexandre, e como ele chegava a elas, encontramos inúmeros exemplos de aplicação da Emotologia, pois eles demonstram como os seus comandados mobilizavam suas reservas cerebrais para atingir objetivos que até pareciam impossíveis.

HENRY FAYOL




Henry Fayol - 1841 - 1925 - Nasceu na França em 1841. - Construiu sua carreira como executivo. - Ganhou reputação de Administrador eficiente. - Engenheiro aos 19 anos. - Em 1888, assumiu o comando de uma grande empresa às portas da falência. - Escreveu, em 1916, “ Aministration Industrielle et Générale”. - Quando se afastou da empresa, ela era uma das mais prósperas da França.

A OBRA DE FAYOL

Henry Fayol, o fundador da Teoria Clássica da Administração, nasceu em Constantinopla, formou-se engenheiro de minas aos 19 anos e entrou para uma companhia metalúrgica e carbonífera, onde desenvolveu toda a sua carreira. Aos 25 anos foi nomeado gerente das minas e aos 47 assumia a gerência geral da “Compagnie Commantry Fourchambault et Decazeville”, que no momento se encontrava em situação difícil. Em 1918 transmitiu a empresa ao seu sucessor, dentro de notável estabilidade. Fayol expôs sua Teoria de Administração em seu famoso livro “Administration Industrielle et Générale”, publicado em Paris em 1916. Exatamente como Taylor, Fayol empregou seus últimos anos de vida à tarefa de demonstrar que, com previsão científica e métodos adequados de gerência, resultados satisfatórios eram inevitáveis. Assim como nos Estados Unidos a Taylor Society foi fundada para divulgação e desenvolvimento de sua obra, na França o ensino e o desenvolvimento da obra de Fayol deram motivo à fundação do Centro de Estudos Administrativos.
Teoria Clássica da Administração

Surgiu na França, baseada no sucesso administrativo empírico do também engenheiro Henry Fayol, que enfatizava a estrutura que a organização deveria possuir para ser eficiente.Tinha uma visão global da empresa, uma abordagem anatômica e estrutural. Fayol afirmava que seu êxito se devia não só às sua qualidades pessoais, mais aos métodos que empregava. Exatamente como Taylor, Fayol empregou seus últimos anos de vida à tarefas de demonstrar que, com previsões cientificas e métodos adequados de gerencia, resultados satisfatórios eram inevitáveis. Fayol expôs sua teoria no livro Administration Industrielle et Générale, publicado em Paris, em 1916. Tanto a administração Cientifica quanto a Clássica buscavam alcançar a eficiência organizacional. Segundo a administração cientifica, esta era alcançar através da racionalidade do trabalho operário e no samatório da eficiência individual. A teoria clássica, ao contrario partia do todo organizacional e da sua estrutura para garantir eficiência as partes envolvidas.
Conceitos de Administração

Para Fayol, a função administrativa não se concentra exclusivamente no topo da empresa, nem é privilégio dos diretores, mas é distribuídas proporcionalmente entre todos os níveis hierárquicos. A medida que se desce na escala hierárquica, mais aumenta a proporção das outras funções da empresa e, a medida que se sobe na escala hierárquica mais aumenta a extensão e o volume das funções administrativa. Isto é a capacidade principal de um operário é a capacidade técnica. A medida que se eleva na escala hierárquica, a importância relativa da capacidade administrativa aumenta, enquanto a capacidade técnica diminui. Quanto mais elevado o nível hierárquico, maior a necessidade de dominar a capacidade administrativa.
Fayol decompõe o ato de administrar em: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar.


PRINCÍPIOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL

Fayol ao definir os princípios gerais da administração deixou claro que: os princípios não são rígidos nada é absoluto em matéria administrativa tudo em administração é questão de medida, de ponderação e de bom senso os princípios são maleáveis e adaptam-se a qualquer circunstância, tempo ou lugar.

ADMINISTRAÇÃO COMO CIÊNCIA

Todos os autores da Teoria Clássica são unânimes em afirmar que se deve estudar e tratar a organização e a Administração cientificamente, substituindo o empirismo e a improvisação por técnicas científicas - Ciência da Administração, ensino nas escolas e faculdades. Fayol e Taylor, apesar de não terem se comunicado entre si e tenham partido de pontos de vista distintos e mesmo opostos, os dois trabalhos possuíam diversas semelhanças entre si, e constituíram a base da teoria da administração.

DIVISÃO DO TRABALHO E ESPECIALIZAÇÃO

A organização deve caracterizar-se por uma divisão do trabalho claramente definida. A divisão do trabalho conduz à especialização e à diferenciação das tarefas. A idéia básica era a de que as organizações com elevada divisão do trabalho seriam mais eficientes do que aquelas com pouca divisão do trabalho. Enquanto a Administração Científica se preocupava com a divisão do trabalho no nível do operário, fragmentando suas tarefas, a teoria clássica se preocupava com a divisão dos órgãos que compõem a organização, isto é, departamentos, seções, divisões, etc.

FREDERICK WINSLOW TAYLOR




O CRIADOR DA ADMINISTRAÇÃO CIÊNTIFICA.

A gestão cientifica de FREDERICK TAYLOR começou dentro da fábrica, mas acabou por influenciar em todos os aspectos da vida e cultura do século XX. Apesar da rejeição que hoje inspira sua Teoria, fato é que não podemos substituí-la por algo melhor. Ainda hoje continua atual.
Frederick Taylor nasceu no estado da Filadélfia, nos USA em 1856, foi educado dentro de uma mentalidade de disciplina, devoção ao trabalho e poupança. Iniciou sua vida profissional com operário de fabrica, formou-se em Engenharia em 1885 e foi trabalhar em uma grande empresa siderúrgica, onde desenvolveu estudos que deram base para formular sua teoria, na qual ela analisou a empresa a partir dos níveis operacionais em direção ao invés de direção.
Aos 21 anos, Frederick Taylor forma-se em Engenharia no Stevens Institute of Technology, e New Jersey.
Seu trabalho acontece em um período da história Americana, logo após a guerra civil, onde a industria vivia intensas mudanças. Os donos do capital tornavam-se cada vez mais ricos com a produção em massa, e as pequenas fábricas tornavam-se grandes plantas. Por outro lado o trabalhador recebia muito pouco pelos seus esforços, além dos problemas que eram gerados pelas más condições de trabalho. Nessa época a gerencia das fábricas trabalhavam com um sistema de bônus (premiação), que acreditavam ser suficientes para resolver todos os conflitos.
Frederick Taylor acreditava que esse sistema de bônus só seria eficaz quando combinado com tarefas devidamente e cuidadosamente planejadas e facilmente ensaiadas. Ele não somente sabia como planejar o trabalho de maneira eficiente, como também foi um arquiteto das mudanças organizacionais. Na sua concepção, a gerência deveria atuar de maneira cooperativa e ter uma atuação no sentido de apoiar o trabalho dos operários.
O conceito de produtividade estava em achar o desafio adequado a cada pessoa, dentro de seu potencial, então pagando-se bem pelo desempenho superior. O estudo de tempos simplesmente dobrou a produtividade na MIDVALE, além do uso de controles sistemáticos e ferramentas, e o novo esquema de remuneração, desenvolvido por Taylor. Remunerava-se a pessoa e não o trabalho; e ele, ainda acreditava que não seria necessário os sindicatos se cada trabalhador fosse remunerado de acordo com seu valor.
Alem disso Elaborou os primeiros estudos essenciais:
* Em relação ao desenvolvimento de pessoal e seus resultados, acreditava que oferecendo instruções sistemáticas e adequadas aos trabalhadores, ou seja, treinando-os, haveria possibilidade de fazê-los produzir mais e com melhor qualidade.
* Em relação ao planejamento a atuação dos processos, achava que todo e qualquer trabalho necessita, preliminarmente, de um estudo para que seja determinada uma metodologia própria visando sempre o seu máximo desenvolvimento.
* Em relação à produtividade e à participação dos recursos humanos, estabelecida a co-participação entre o capital e o trabalho, cujo resultado refletirá em menores custos, salários mais elevados e, principalmente, em aumentos de níveis de produtividade.
* Em relação ao autocontrole das atividades desenvolvidas e às normas procedimentais, introduziu o controle com o objetivo de que o trabalho seja executado de acordo com uma seqüência e um tempo pré-programados, de modo a não haver desperdício operacional.
* Inseriu, também, a supervisão funcional, estabelecendo que todas as fases de um trabalho devem ser acompanhadas de modo a verificar se as operações estão sendo desenvolvidas em conformidades com as instruções programadas. Finalmente, apontou que estas instruções programadas devem, sistematicamente, ser transmitidas a todos os empregados.

ADAM SMITH





É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico. Autor de "Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações", a sua obra mais conhecida, e que continua sendo como referência para gerações de economistas, na qual procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos apenas pelo seu próprio interesse (self-interest), promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica.
Smith ilustrou bem seu pensamento ao afirmar "não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu "auto-interesse".
Assim acreditava que a iniciativa privada deveria agir livremente, com pouca ou nenhuma intervenção governamental. A competição livre entre os diversos fornecedores levaria não só à queda do preço das mercadorias, mas também a constantes inovações tecnológicas, no afã de baratear o custo de produção e vencer os competidores.
Ele analisou a divisão do trabalho como um fator evolucionário poderoso a propulsionar a economia. Uma frase de Adam Smith se tornou famosa: "Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse egoísta (self-interest), é levado por uma mão invisível a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade." Como resultado da atuação dessa "mão invisível", o preço das mercadorias deveria descer e os salários deveriam subir.
As doutrinas de Adam Smith exerceram uma rápida e intensa influência na burguesia (comerciantes, industriais e financistas), pois queriam acabar com os direitos feudais e com o mercantilismo.

Tem havido uma controvérsia considerável quanto a saber se há ou não uma contradição ou contraste entre a ênfase de Smith na empatia (ou compaixão) como motivação humana fundamental em "sentimentos morais", e o papel essencial do auto-interesse na "riqueza das nações". Este parece colocar mais ênfase na harmonia geral dos motivos e atividades humanas sob uma providência benigna no primeiro livro, enquanto que no segundo livro, apesar do tema geral da "mão invisível" promovendo a harmonia de interesses, Smith encontra mais ocasiões para apontar causas de conflitos e o egoísmo estreito da motivação humana.

Os Mestres Da Administração

Nas proximas postagens, de acordo com uma pequisa minha na internet, colacarei um pouco da historia de vida e feitos dos mestres da administração, grandes pensadores que são lembrados ate hoje por suas atitudes e formas de pensar, que contribuiram para que todos possam entender e desfrutar dessa ciência e ferramenta que é a administração.

Introdução da Teoria

A administração revela-se nos dias de hoje como uma das áreas do conhecimento humano mais impregnadas de complexidades e de desafios.O profissional que utiliza a Administração como meio de vida, pode trabalhar nos mais variados níveis de uma organização: desde o nível hierárquico de supervisão elementar ate o nível de dirigente máximo da organização.Pode trabalhar nas diversas especializações da Administração: seja a administração da produção(dos bens ou produtos prestados pela organização), ou a administração financeira, ou a administração de recursos humanos, ou a admisnitração mercadológica, ou ainda a aministração geral. Em cada nível e em cada especialização da administração, as situações são altamente diversificadas. Por outro lado, as organizações são tambem extremamente diversificadase diferenciadas. Não há duas organizações iguais, assim como não existe duas pessoas idênticas. Cada organização tem os seus objetivos, o seu ramo de atividades, os seus dirigentes e o seu pessoal, os seus problemas internos e externos, o seu mercado, a sua situação financeira, a sua tecnologia, os seus recursos básicos, a sua ideologia e política de negócios etc.Em cada organização, portanto, o administrador soluciona problemas, dimensiona recursos, planeja sua aplicação, sdesenvolve estratégias, efetua diagnósticos de situações, etc , exclusivos daquela organização, Um administrador bem-sucedido em uma organização pode não sê-lo em outra.(...) O sucesso de um adminsitrador na vida profissional não esta está inteiramente correlacioando com aquilo que lhes foi ensinado, como seu brilhantismo acadêmico ou com o seu interesse pessoal em praticar o que lhe foi ensinado nas escolas. Esses aspectos são importantes, porém estão condicionados a caracteírsticas de personalidade e ao modo pessoal de agir de cada um. o conhecimento tecnólogico da administração é importantissimo, básico e indispensável, mas depende sobre tudo da personalidade e do modo de agir do administrador.




Texto retirado do livro ''Introduçãa à Teoria Geral da Administração - Autor: Idalberto Chiavenato - EDITORA McGRAW-HILL DO BRASIL,LMTD

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Apresentação

Meu nome é Ricardo Gonzalez Soares,estudante de administração da Universidade Veiga de Almeida - Campus Cabo Frio.
Cursando a materia Matematica 2 com a Prof. Roberta,ela nos deu a grande ideia e iniciativa que precisavamos para criar um modo,profissionalmente,de alimentarmos um sitio sobre o que estudamos longos 4 anos ou mais,no meu caso,a Administração !
Muito obrigado e aqui começa a vida do http://ricardouvaadm.blogspot.com/ !